sexta-feira, 25 de junho de 2010



...:::Capitulo4/parte1:::...






. Então...qual é a desse hotel? – Ela disse quando se virou pra gente e Jensen tomou a frente e começou a falar - O hotel Luxury foi construído em 1987 ..o projeto dele foi desenhado pelo seu próprio dono ,o senhor Mitch Bell Wood ,ele passou anos procurando o lugar perfeito pra construir esse hotel e quando achou na cidade de Seattle lá foi feito o Maior e mais luxuoso hotel do estado inteiro, muitos famosos e pessoas bem ricas se hospedavam lá...mas isso não durou muito no ano de 1989 o hotel pegou fogo matando quase 90% das pessoas que nele estavam...muito poucas pessoas se salvaram mas dentre elas estava o Mitch ,ele estava atordoado ,ele estava no auge de sua fama e acontece isso,semanas depois ele voltou ao hotel sozinho, pessoas que viram ele entrar logo depois ouviram gritos vindo de dentro do hotel e ligaram pra policia mas nada foi encontrado em meio aos destroços...Temos relatos de aparições dele pela redondeza do hotel só que a algumas semanas 3jovens invadiram o hotel e só foram encontrados depois de 3 dias, causa da morte desconhecida...Sempre rola essa história do Mitch por aqui nas rodinhas envolta das fogueiras e vira e meche aparece alguém ai no hotel e morre..ontem 5 jovens entraram 3 estão mortos,1 internado em uma clinica psiquiátrica e uma garota esta desaparecida –Eu e Caroline olhávamos Jensen atentamente , mas eu tive que interromper – Nossa cara...você fez o dever de casa mesmo...mas acho que a garota não ta mais desaparecida...eu acho que é aquela que o caras levaram pra dentro do hotel novamente- Ele balançou a cabeça concordando com o que eu dizia – Então garotos...prontos??- Eu e Jensen respondemos na mesma hora- prontos – ela sorriu e começou a andar em direção ao hotel- É melhor tentarmos a entrada de serviço...num deve estar sendo vigiada – Eu disse enquanto caminhava e eles concordaram, demos a volta saindo atrás do hotel,pulamos o muro tentando fazer o menor barulho possível,como eu previ a entrada dos fundos estava aberta e não estava sendo vigiada, eles não achavam que ia acontecer algo pra ter que ficar vigiando,as luzes do hotel estavam acesas,o que era estranho...depois do grande incêndio de 89 nada mais funcionou ali...como ainda tinha eletricidade[?] fomos caminhando , armas em punho, meu rosto suava,minhas mãos tremendo...ta eu nunca tinha feito isso antes ok? Não assim...ao vivo...eu queria gritar e sair correndo dali,passamos pela cozinha, tudo estava destruído,as luzes começaram a piscar, as paredes estavam completamente negras por causa do fogo e fumaça, chegamos até o saguão do hotel, era um local bem amplo, mas o cheiro de enxofre era quase insuportável, continuamos andando, Jensen na frente , Caroline no meio e eu atrás( GNT por favor sem malicia hein kkk ),tudo que eu senti foi algo me puxando e me jogando pra traz voei até o outro lado do saguão, minha arma caiu da minha mão quando eu bati no chão, o cara vinha pra cima de mim, seus olhos completamente negros, tentei me arrastar até a arma mas ele me puxou pelos pés, foi quando eu lembrei da ampola de água benta, puxei do bolso e taquei em seu rosto que começou a sair fumaça e parecia queimar, ele gritou e eu me levantei parando em sua frente quando a cabeça dele explodiu e muito sangue misturado a miólos caíram na minha cara, o corpo dele caiu no chão e eu vi Caroline com a arma em punhos ainda apontando em minha direção – Obrigado mas eu não to com fome – Ela sorriu e disse- vou me lembrar disso as próxima vez- Eu fiz uma tentativa falha de limpar meu rosto mas não deu muito certo,abaixei e fui puxando o corpo do cara pro canto onde ninguem pudesse ver - Então...já acabaram de brincar?- Jensen disse abrindo a passagem para as escadas, de repente começamos a ouvir um coro em uma língua estranha e Caroline me olhou assustada – O que foi Caroline?- Ela disse- Ritual de sacrifício..temos que correr- Entramos no caminho da escada subindo correndo, as luzes piscavam de forma descontrolada, o coro ficou mais alto e então um falatório veio de uns andares abaixo da gente ,olhei pra baixo pela escada e muitas pessoas subiam ,todas de olhos negros...malditos demônios, nos escondemos no 4 andar, o coro vinha do andar de cima, deveria ser muitas pessoas porque o barulho de passos subindo pela escada demorou uns 10 minutos pra acabar e então decidimos subir sorrateiramente, enfim paramos de frente a porta do que parecia ser um grande auditório mas não tínhamos plano...o que iríamos fazer? Entrar atirando na multidão de demônios ,salvar a garota e sair correndo? Bom...era isso que eu tinha em mente- Vou tentar ver alguma coisa- sussurrei pra eles e me abaixei pra olhar pela fechadura ,o coro estava alto,tinha muitos demônios ali dentro,não iríamos dar conta com as armas que agente tinha,a jovem estava na frente de todos presa a uma cruz, uma mão tocou meu ombro- perai Jensen...eu to vendo- e tirei a mão do meu ombro, novamente segurou meu ombro- porra cara- me virei pra ele...bom não era ele,Caroline e Jensen estavam presos, dois demônios imobilizaram eles,eu me levantei lentamente e dando o melhor do meu sorriso amarelo- Muito boa a festinha de vocês- Caroline revirou os olhos e eu balancei a cabeça negativamente e de repente eu senti meu corpo se virar e dar um soco com toda força na cara do demônio que vestia um manto com um capuz preto, igual aos outros dois, não era eu que estava com o controle do corpo...era...o Clay , o demônio caiu desmaiado no chão então Caroline e Jensen deram o jeito deles e se livraram dos outros dois deixando eles também desacordados , Caroline se aproximou de mim- você esta bem?- Eu sorri feliz, será que eu estava começando a me entender com o Clay realmente[?] – Sim estou ótimo,mas podia ter me avisado sobre os caras antes né- Jensen se aproximou e sorriu- Belo soco mano- Eu sorri – sabia que agente não tem tempo pra isso?vamos prender esses caras no andar de cima...peguem os mantos...Nós vamos entrar...Disse olhando para eles dois

quinta-feira, 24 de junho de 2010




...:::Capitulo3/parte2:::...








| Ela ficou parada na minha frente como se me estudasse, ainda a olhava sem acreditar e de repente fiquei meio tenso mas antes que eu pudesse falar o motivo ela me antecipou- Seu amigo esta bem...só esta dormindo e não vai se lembrar de nada -Eu balancei a cabeça negativamente e olhei em direção ao hotel, a tarde já caia, o tempo passou tão rápido que eu nem notei e então uma luz se acendeu no hotel e eu pude ver uma silueta aparecer em pé atrás da cortina, dei um passo pra frente mas ela me impediu colocando a mão na frente -Você não pode morrer aqui Joe- fiquei um pouco assustado, ninguém aqui havia pronunciado esse nome se referindo a mim-Eu não posso deixar ele continuar matando essas pessoas...-Ela balançou a cabeça negativamente -Não são pessoas...são personagens da sua mente..-Respirei fundo, e até cogitei a possibilidade de deixar pra lá mesmo mas de repente eu fui tomado por uma agonia que dominou meu corpo - São meus amigos e a culpa é minha...se você não vai me ajudar , pelo menos não atrapalhe...-Ela bufou, com certeza eu a deixei irritada-As ordens são bem claras....levar sua alma de volta ao seu mundo..-Eu cruzei os braços e desviei o olhar de volta pra janela e então a luz se apagou e eu num pude ver mais nada lá dentro,voltei a olhar a Caroline com um olhar suplicante- Por favor...eu preciso arrumar tudo por aqui...eu devo isso ao Clay -Ela cruzou os braços e balançou a cabeça negativamente -Eu fui designada a tomar conta de você desde que você nasceu...e eu cuidei da melhor forma possível ...e então você veio parar aqui...no seu mundinho escondido e eu tive que dar meu jeito de conseguir entrar aqui por causa de uma criação sua...o Clay não é bom como você sabe...você não precisa ser bom com ele se não quiser-Virei de costas pra ela-Isso aqui não existe não só por minha causa...são varias pessoas que tem fake...eu só não sabia que eles realmente tinham uma vida quando eu não estava no PC....E por isso eu não vou deixar essas mortes continuarem, se outros fakes se revoltarem com off’s e o que aconteceu comigo acontecer com eles também? ...-me virei novamente pra ela-Eu vou acabar com o Mitch ... com ou sem você-Ela passou a mão pelos seus lindos cabelos ruivos e os prendeu em um rabo de cavalo e voltou a me olhar -Eu tenho certeza que perderei minhas asas por isso-Sorri olhando pra ela-Quer dizer que vai me ajudar-Ela sorriu-Eu tenho que fazer meu trabalho..tenho que levar você de volta pra sua realidade e se pra mim fazer isso eu tiver que te ajudar a resolver esse impasse...-Ela olhou por cima do meu ombro e ficou séria de repente, me virei e vi Jensen em pé bem sério olhando para agente ,sorri tentando ser convincente -Caramba cara....tu dorme hein...era pra você estar vigiando o hotel e você ai dormindo....-Ele coçou a cabeça meio confuso mas então sorriu-Tenho duas perguntas pra te fazer-Eu levantei uma sobrancelha e ele disse-1ª Trouxe meu Hambúrguer e 2ª quem é a ruiva? -Respirei mais aliviado -acho que ainda tem hambúrguer na mochila e... Jensen essa Caroline uma amiga de longa data...e....caroline esse é o Jensen...meu melhor amigo...praticamente um irmão -Quando Caroline ia falar com Jensen eu fiz sinal pra eles se calarem, 3 carros se aproximavam do hotel, nos escondemos atrás do carro de Jensen, o hotel todo se acendeu e umas 8 pessoas saíram dos carros e foram arrastando uma jovem de cabelos incrivelmente negros e foram pra dentro do velho hotel, fiquei sério e balancei a cabeça negativamente - Hoje nos vamos acabar com isso...-Jensen concordou e abriu o porta malas do carro e pegamos algumas armas com balas,umas de sal, ampolas de água benta e outras coisas que pudessem nos favorecerem ,olhei pra Caroline -Quer uma arma?-Ela deu de ombros e pegou uma pistolinha mixuruca e uma faca.Eu e Jensen olhamos pra ela sem entender e ela sorriu -Eu sei me defender muito bem...melhor que vocês dois juntos-Eu e Jensen nos olhamos e sorrimos -E anda logo q eu ainda tenho um trabalho pra fazer -Ela me olhou quando disse isso e depois se virou arrumando algo em sua roupa e guardando a pistola , Jensen me olhou e balançou a cabeça negativamente e falou baixinho -Metida..-

domingo, 20 de junho de 2010


...:::Capitulo3/parte1:::...




. Cheguei a localidade do Luxury Hotel por volta das 15:00hrs de longe eu pude avistar o impala Preto de Jensen e ele andando impaciente do lado dele o hotel não estava muito longe, ele não havia parado muito perto, estacionei a moto e caminhei em direção a ele, quando ele me viu ele correu em minha direção – Cara sério...você trouxe meu hambúrguer ? – Eu ri olhando pra ele, era um bom amigo ,respirei fundo trouxe sim –disse enquanto tirei um hambúrguer da mochila e entregando a ele,fomos caminhando até o carro – então cara...alguma novidade? – Ele me olhou- você acha mesmo que se tivesse novidades eu já num tinha falado...esse hotel ta tão quieto que chega a dar nervoso – Ele deu uma bocada no hambúrguer como se não comesse a séculos, sorri e entrei no carro dele descansando enfim o corpo no banco – nossa eu to morto de cansado – disse olhando Jensen que gargalhou – Tu nunca faz nada e ta cansado de que? - sorri e balançou a cabeça negativamente-Longa História...-Ele olhou pelo espelhinho do carro e viu uma jovem, cabelos ruivos,olhos azuis pele extremamente branca , ele olhou pra traz e Jensen olhou junto com curiosidade e ela colocou a mão na testa de Jensen fazendo ele desmaiar , Clay se assustou e saiu do carro ela já estava em pé em sua frente ,ele deu um passo pra traz batendo com as costas no carro, ele não sabia o que esperar dessa garota - O que você quer?- Ele disse em um tom sério, quase raivoso, ela já demonstrava uma aparência serena, tranqüila - Precisamos conversar “Clay”- Sua voz melódica entoou bem o nome Clay dando-lhe destaque, ela sabia que não era ele que estava naquele corpo , cruzei os braços - Antes de qualquer coisa quem é você?Ela deu um sorriso amigável - Me chamo Caroline...e sou seu anjo da guarda -Eu comecei a rir ,era incrível como as coisas aconteciam comigo ali naquele mundo, anjo da guarda....sei - uhum....anjo pow...sei-Ele parou de sorrir e de repente duas asas enormes apareceram em suas costas,refletia a luz do sol em minha direção eu quase não enxergava e do nada as asas sumiram e ela continuava parada em minha frente - Acredita em mim agora?- Ela disse num tom diferente, podia jurar que tinha um pouco de sarcasmo naquela voz.

[continua]

sexta-feira, 18 de junho de 2010



...:::Capitulo2/parte2:::...


.


' Depois de uns 15 minutos cheguei a casa dela....como eu sabia qual era? Bom...eu imaginei muito bem aquela casa, dois andares, uma varanda grande na frente, paredes brancas , janelas estilo coloniais envernizadas, estacionei a moto e fui até a porta, toquei a campainha e quase que de imediato a porta se abriu – Ah é você – A garota disse olhando pra mim e logo virando de costas e voltou andando e se sentou no sofá, estava de jeans e uma camiseta branca, seu cabelo desalinhado e ela aparentava ser bem ignorante, sorri sinicamente, já sabia quem era – Hey Tinker...onde ela esta? – disse olhando para a garota , ela se levantou e foi em direção as escadas que subiam pro segundo andar e gritou – Eduardaaaaaa...o Bobão chegou – nesse momento eu quis arrancar a cabeça dela e Eduarda respondeu – Manda ele esperar que eu já to descendo – Sem ser convidado pra sentar eu mesmo me convidei e me sentei no sofá de frente pra Tinker, olhei bem sério pra ela mas tentei ser o mais amável possível – Então...como você esta? – Ela me olhou como quem metralha alguém, ela só podia ta na TPM – Estava bem até uns minutos atrás - a eu respirei fundo – Olha aqui garo..- fui interrompido por uma voz atrás de mim – Clay – Me virei pra ver quem era então eu a vi, Eduarda ali em pé na minha frente, - Suas coisas estão na garagem , quando terminar de pegar tudo deixe a copia da chave que ta com você debaixo do capacho da porta por favor – a olhei sem entender nada –perai você vai sair? – ela sorriu olhando pra mim – Sim...vou encontrar com o Dark eu a Tinker...nossa ele é muito fofo – revirei os olhos , se eu tivesse uma arma ali eu me matava, juro , respirei fundo - Eu já devia saber...então...não quero atrapalhar o encontro de vocês....podem ir e se puderem jogar ele na frente de um carro eu iria adorar – sorri e fui andando pra cozinha quando escutei a porta da sala bater com força e em seguida o barulho do motor do carro dela sumindo pela rua , peguei a ultima garrafa de cerveja que tinha na geladeira, já estava puto, esse tal Dark era um dos fatores que fez a separação acontecer entre eu e a Duda – quer saber...Fo**-se – abri a garrafa e comecei a beber, fui até a garagem, estava tudo arrumadinho, os pregos ,parafusos,porcas e outras tranqueiras que eu nem sabia o que era estavam separados em potes de vidros arrumados em umas prateleiras, uma prancha de surf de surf estava pendurada na parede – Nossa...agora ela surfa? Nãããão deve ser o dark – ri sarcasticamente comigo mesmo e vi umas 3 caixas, abaixei perto delas e coloquei a garrafa no chão, comecei a revirar as coisas, não me lembrava de nada daquilo o que me fez pensar que o Clay realmente tinha uma vida quando eu estava off-line , me deparei com uma caixa de madeira ali dentro e puxei quando abri até me assustei com o tanto de dinheiro que tinha ali e de repente começou aquele barulhinho chato...sabe aquele iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiin no seu ouvido mas aquele barulho foi aumentando ... Aumentando... Aumentando... Estava ficando insuportável estava achando que minha cabeça ia explodir, cai no chão tapando os ouvidos, mas não adiantava, me contorcendo... Todos os potes de porcas e parafusos que estavam na garagem começaram a explodir e naquele momento eu pensei que era ali mesmo que eu ia morrer, mas o barulho foi diminuindo, diminuindo até que parou, respirei fundo e relaxei meu corpo no chão – Meu deus... Que isso - fiquei ali no chão por uns minutos, passei a mão em meu ouvido e escorria um pouco de sangue – Droga – Queria sair dali o mais rápido possível, me sentei ,peguei a caixa com o dinheiro e voltei pra cozinha, peguei uma garrafa de água , passei rápido pela sala e fui correndo em direção a moto, arrumei as coisas na mochila, montei na e dei partida na moto quando o celular tocou – Alo? – Eu disse sem animo nenhum, toda vez que aquele celular tocava só vinha desgraça – Hey Clay...cadê você cara? To esperando já a maior tempão...num to afim de ficar aqui sozinho na frente desse hotel não - minha cabeça doía tanto que eu nem raciocinava direito – quem ta falando?- abaixei a cabeça ainda tirando o sangue do meu ouvido – Ta ficando doido cara? Sou eu Jensen...anda logo vem pra cá que eu to te esperando – eu comecei a rir – é hoje ta todo mundo me esperando, parece até pegadinha- Ele disse num tom sério – cara você bebeu? – eu prendi o riso – Não não...eu já to indo pra í mas eu preciso saber como chega – Ele riu – bebeu sim...como não sabe chegar...pega a rodovia West Drive é a primeira saída a direita dããã e quando vir por favor me traga um hambúrguer que eu to morrendo de fome – Balancei a cabeça negativamente e desliguei o celular – Eu hein cara folgado – dei partida da moto e fui embora pro tal hotel com minha cabeça explodindo de dor.

domingo, 13 de junho de 2010


...:::Capitulo2/parte1:::...

. Bem vindo a Seattle .

Cheguei a Seattle lá pelas 11:00AM ,estacionei a moto em um posto de gasolina, verifiquei a carteira – ótimo 800 dólares- agradeci a mim mesmo por ter criado o Clay com bastante dinheiro.Enchi o tanque da moto e fui até a loja pagar, entrei peguei um pacote de biscoito recheado e fui pagar a gasolina e o biscoito,ri um pouco da cara do balconista ele tinha realmente a cara de lerdo que eu imaginei.Me virei pra sair da loja quando uma garota de cabelos loiros e olhos extremamente azuis veio caminhando em minha direção- Bom dia Clay - ela disse olhando pra mim e em seguida pro meu pacote de biscoitos- Eu podia jurar que você só comesse hambúrguer e batata frita- Eu ri olhando pra ela -Oi sora -Ela me olhou um pouco assustada- Oi Sora...sem nenhum chingamento antes e nem depois? -Ela deu um passo a frente batendo com o dedo indicador no meu peito e falando olhando sério pra mim-Quem é você o que fez com Clay Miller?-Engoli a seco, será que ela tinha percebido? -O que?- disse meio sem graça e ela riu - Você ta estranho hoje...deve ser por causa do dia dos namorados néh...por falar nisso já comprou o presente da sem sal? Ah é..esqueci...vocês terminaram né -- Ela deu um sorriso largo- - Eu realmente sinto muito-Ela disse com aquele tom sarcástico e extremamente irritante- É...to vendo que você ta arrasada- Passei por ela e em seguida pela porta e fui caminhando em direção a moto já tirando a chave de dentro do bolso quando ela me gritou,montei na moto e olhei pra ela se aproximando- Então gatinho, não vai me pagar um almoço um almoço hoje? Afinal de contas é dia dos namorados- Olhei pra ela e balancei a cabeça negativamente,sério deu vontade de rir- Você não é minha namorada Sora - Disse enquanto colocava o pacote de biscoito dentro da mochila- Só porque você não quer-Olhei pra ela como se tivesse acreditando no que eu tava ouvindo-- Sobe ai...mas é só um almoço e você continua não sendo minha namorada - Ela sorriu e montou na moto, dei partida e fui pilotando ,achei um restaurante depois de alguns minutos,estacionei a moto e fui com ela pra dentro,pedi uma mesa e então o fomos caminhando até uma mesa mais afastada, quando nos sentamos ela olhou pra mim séria-Já descobriu alguma coisa sobre o caso do Mitch? - Fiquei pensativo por uns instantes...do que ela estava falando[?] foi então que eu me lembrei de uns turnos que eu tinha feito e estremeci,não era uma coisa muito legal-er...eu sei onde esta o corpo dele- Ela me olhou como se duvidasse - Não temos tempo Clay...mais um grupo de jovens morreu ontem anoite...era pra você estar de vigia onde você estava?-Droga..como eu ia explicar isso,salvo pelo gongo meu celular tocou ,peguei ele e olhei pra ela- Só um minuto ....Alo?Uma voz doce mas extremamente irritada gritava ao telefone- Onde vc esta Clay?? Eu te esperei a noite toda...você num disse que viria pegar suas coisas? Caramba onde eu fui me meter,que saco -Duda...eu vou ai agora e resolve isso tá? - Sora me olhava sem acreditar no que escutava- Clay desliga esse telefone agora-Olhei sem entender- Quem ta ai Clay?..onde você esta? - Haaaaa eu ia ficar doido- Eu já vou ai Duda..pode esperar-desliguei o telefone na cara dela e olhei pra sora -Preciso ir...qual o atalho mais próximo pra casa da Eduarda?- Ela me olhou com um olhar de reprovação - Ela liga e você vai correndo né-Continuei olhando pra ela - Vai falar ou não? - Ela abaixou a cabeça- 4 quarteirões a frente ,vira a direita é a 3ª casa...num sabe mais chegar na casa dela não? Tentei sorri de forma convincente - Deletei o caminho quando agente terminou- Ela balançou a cabeça e sorriu - Você ainda ta me devendo um almoço-Eu sorri e me levantei deixando uma nota de 20 dólares na mesa - Eu prometo que almoço com vc ou até janto hoje anoite...eu te ligo- sorri e fui andando pra fora do restaurante,montei na moto e fui pra casa de Eduarda.

[continua]


sábado, 12 de junho de 2010





...:::Capitulo 1:::...

. Brincando de Deus .




Oi..eu sou Joe Oliveira ,o off do Clay Miller e eu vou contar a experiência mais incrível e perturbadora que eu já tive.Era quarta feira a noite, como de costume cheguei da faculdade e fui direto pro PC e lá fiquei no MSN do Clay turnando com uns amigos e discutindo com a ex namorada do Clay como sempre.As horas foram passando e o pessoal saindo....sabe aquelas horas que você não tem mais nada pra fazer no PC mas mesmo assim você procura? Então o youtube é o melhor companheiro nessas horas mas nesse dia eu fiz diferente,entrei no MSN off ,ninguém super importante online só umas primas e o Clay, tinha adc o MSN dele uns dias antes pra fazer uma transferências de emoticons,eu num ia falar comigo mesmo NE, então eu voltei pro youtube e fiquei vendo clipes da banda The Red Jumpsuit Apparatus quando escutei o barulhinho do MSN ,a janelinha subiu, inconscientemente eu cliquei e respondi o “oi” que a pessoa havia me dado com um – Oi tudo bem? – mas só depois que eu fui perceber que era o MSN do Clay ,gelei, olhei pra barra de ferramentas e num tinha duas caixinha do Clay abertas mas o MSN dele estava logado...como pode?.... Depois de um minuto a resposta veio – Não ,não esta tudo bem...o que você pensa que esta fazendo comigo?- Um arrepio correu por todo meu corpo, eu definitivamente estava ficando maluco, mas pra quem já ta molhado um pingo é besteira eu continuei falando – Eu fazendo oq? – Mais um minuto de tensão – Você me joga num mundo cheio de monstros,criaturas sobrenaturais...ainda tem esse tal de Jason me perseguido e você acha que esta certo? Quem vc pensa que é...Deus? – Sério isso doeu,mas eu num podia deixar ele falar assim comigo,eu era o off dele – Eu sou seu off e vc tem q fazer o que eu mando sem reclamar – Agora eu já estava ficando com raiva quando ele respondeu – Você se acha um deus, mas com todo o conhecimento que você me deus de magia,armas e força eu sou mais DEUS que você – Eu fiquei olhando pra tela do pc sem acreditar no que tava acontecendo,era ridículo então ele mandou alguma coisa escrita numa língua estranha parecia latim mas meu conhecimento geral de línguas estrangeiras se resume ao Google translator, li mentalmente a principio,num entendi nada ai eu li em voz alta ,quando eu acabei de ler o pc desligou ,fiquei muito puto,levantei da cadeira e fui a cozinha,peguei minha garrafinha de água na geladeira e voltei pra cama me chingando ranquearam meu MSN e ainda me mandaram um vírus brabão ,deitei na cama e fui dormir,depois de alguns minutos rolando pra lá e pra cá eu peguei no sono,mas eu estava numa posição desconfortável, o meu travesseiro tava com um cheiro estranho então relutantemente eu abri os olhos ,estava lerdo ainda olhei a parede em minha frente com um papel de parede descascado...definitivamente num tava em casa, uma luz vermelha refletia na parede,virei pro lado que a luminosidade vinha, através de uma cortina branca quase transparente eu vi um grande letreiro neon que dizia Motel RIVERS ,dei um pulo da cama e corri pra janela – meu deus ...oq q ta acontecendo ? – disse olhando pra mim mesmo, estava descalço ,com uma calça jeans surrada ,uma camiseta cinza ...cabelo grande[?] me virei olhando pelo quarto e achei um banheiro, acendi a luz e me virei pro espelho ,uma coisaque definitivamente eu não deveria ter feito, era ele...o Clay, refletindo no espelho no espelho, aproximei meu rosto do espelho mas a imagem não se aproximava junto,fiquei muito assustado então tudo fez sentido quando escutei a voz dele – Bem vindo ao meu mundo Joe – olhei seus olhos no espelho e ele estava com aquele sorriso sínico desgraçado que eu fazia ele fazer – o que você quer de mim? – perguntei, eu já sabia o que era, eu mais do que todo mundo conhecia o Clay e sei de tudo que ele é capaz – quero que vc viva, vai lá...não é tão difícil quando se esta no conforto de sua casa e eu aqui...agora eu quero ver quando vc não tem a tela de um computador pra se proteger – minhas mãos tremeram e eu sai do banheiro correndo - isso não ta acontecendo, isso não ta acontecendo – disse pra mim mesmo enquanto colocava o casaco e procurava o raio do lugar que ele havia deixado os sapatos, estavam embaixo da cama os calcei o mais rápido que pude e fui em direção a porta,abri e sai ,quando me virei pra fechar eu vi a mochila e umas chaves encima da mesa – que droga – voltei,peguei a mochila as chaves e sai do quarto descendo as escadas em direção a recepção e dei de cara com a atendente, era uma velha senhora, cabelos brancos e óculos fundo de garrafas, ela olhou e disse – Sr. Miller, já vai tão cedo? –Olhei pra ela e sorri quando lembrei que eu havia criado ela – Sim...tenho algumas coisa pra resolver – Ela sorriu e disse que iria mandar arrumar meu quarto – Então...quanto eu te devo? – disse meio temeroso de num ter dinheiro nenhum na carteira , então ela respondeu – O Sr me pagou a estada por uma semana lembra...não se passaram nem 2 dias Sr Miller – Ri meio sem graça,não me lembrava dessa parte mesmo, será q ele realmente tinha uma vida quando eu não estava online? –Eu to meio esquecido ultimamente, tudo bem então....tchau – fui andando para o lado de fora em direção a rua quando ela gritou – Sr Miller...não vai de moto não? – Quando ela falou eu olhei as chaves em minha mão e sorri me virando pra ela e em seguida para a moto, era uma Guzzi jackal preta – Eu disse que estava meio esquecido – fui em direção a moto,coloquei a chave,quiquei a moto dei partida e fui embora o mais rápido possível pela rodovia quando vi a placa Seattle 600 KM