sexta-feira, 18 de junho de 2010



...:::Capitulo2/parte2:::...


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' Depois de uns 15 minutos cheguei a casa dela....como eu sabia qual era? Bom...eu imaginei muito bem aquela casa, dois andares, uma varanda grande na frente, paredes brancas , janelas estilo coloniais envernizadas, estacionei a moto e fui até a porta, toquei a campainha e quase que de imediato a porta se abriu – Ah é você – A garota disse olhando pra mim e logo virando de costas e voltou andando e se sentou no sofá, estava de jeans e uma camiseta branca, seu cabelo desalinhado e ela aparentava ser bem ignorante, sorri sinicamente, já sabia quem era – Hey Tinker...onde ela esta? – disse olhando para a garota , ela se levantou e foi em direção as escadas que subiam pro segundo andar e gritou – Eduardaaaaaa...o Bobão chegou – nesse momento eu quis arrancar a cabeça dela e Eduarda respondeu – Manda ele esperar que eu já to descendo – Sem ser convidado pra sentar eu mesmo me convidei e me sentei no sofá de frente pra Tinker, olhei bem sério pra ela mas tentei ser o mais amável possível – Então...como você esta? – Ela me olhou como quem metralha alguém, ela só podia ta na TPM – Estava bem até uns minutos atrás - a eu respirei fundo – Olha aqui garo..- fui interrompido por uma voz atrás de mim – Clay – Me virei pra ver quem era então eu a vi, Eduarda ali em pé na minha frente, - Suas coisas estão na garagem , quando terminar de pegar tudo deixe a copia da chave que ta com você debaixo do capacho da porta por favor – a olhei sem entender nada –perai você vai sair? – ela sorriu olhando pra mim – Sim...vou encontrar com o Dark eu a Tinker...nossa ele é muito fofo – revirei os olhos , se eu tivesse uma arma ali eu me matava, juro , respirei fundo - Eu já devia saber...então...não quero atrapalhar o encontro de vocês....podem ir e se puderem jogar ele na frente de um carro eu iria adorar – sorri e fui andando pra cozinha quando escutei a porta da sala bater com força e em seguida o barulho do motor do carro dela sumindo pela rua , peguei a ultima garrafa de cerveja que tinha na geladeira, já estava puto, esse tal Dark era um dos fatores que fez a separação acontecer entre eu e a Duda – quer saber...Fo**-se – abri a garrafa e comecei a beber, fui até a garagem, estava tudo arrumadinho, os pregos ,parafusos,porcas e outras tranqueiras que eu nem sabia o que era estavam separados em potes de vidros arrumados em umas prateleiras, uma prancha de surf de surf estava pendurada na parede – Nossa...agora ela surfa? Nãããão deve ser o dark – ri sarcasticamente comigo mesmo e vi umas 3 caixas, abaixei perto delas e coloquei a garrafa no chão, comecei a revirar as coisas, não me lembrava de nada daquilo o que me fez pensar que o Clay realmente tinha uma vida quando eu estava off-line , me deparei com uma caixa de madeira ali dentro e puxei quando abri até me assustei com o tanto de dinheiro que tinha ali e de repente começou aquele barulhinho chato...sabe aquele iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiin no seu ouvido mas aquele barulho foi aumentando ... Aumentando... Aumentando... Estava ficando insuportável estava achando que minha cabeça ia explodir, cai no chão tapando os ouvidos, mas não adiantava, me contorcendo... Todos os potes de porcas e parafusos que estavam na garagem começaram a explodir e naquele momento eu pensei que era ali mesmo que eu ia morrer, mas o barulho foi diminuindo, diminuindo até que parou, respirei fundo e relaxei meu corpo no chão – Meu deus... Que isso - fiquei ali no chão por uns minutos, passei a mão em meu ouvido e escorria um pouco de sangue – Droga – Queria sair dali o mais rápido possível, me sentei ,peguei a caixa com o dinheiro e voltei pra cozinha, peguei uma garrafa de água , passei rápido pela sala e fui correndo em direção a moto, arrumei as coisas na mochila, montei na e dei partida na moto quando o celular tocou – Alo? – Eu disse sem animo nenhum, toda vez que aquele celular tocava só vinha desgraça – Hey Clay...cadê você cara? To esperando já a maior tempão...num to afim de ficar aqui sozinho na frente desse hotel não - minha cabeça doía tanto que eu nem raciocinava direito – quem ta falando?- abaixei a cabeça ainda tirando o sangue do meu ouvido – Ta ficando doido cara? Sou eu Jensen...anda logo vem pra cá que eu to te esperando – eu comecei a rir – é hoje ta todo mundo me esperando, parece até pegadinha- Ele disse num tom sério – cara você bebeu? – eu prendi o riso – Não não...eu já to indo pra í mas eu preciso saber como chega – Ele riu – bebeu sim...como não sabe chegar...pega a rodovia West Drive é a primeira saída a direita dããã e quando vir por favor me traga um hambúrguer que eu to morrendo de fome – Balancei a cabeça negativamente e desliguei o celular – Eu hein cara folgado – dei partida da moto e fui embora pro tal hotel com minha cabeça explodindo de dor.

3 comentários:

  1. Muito bom!! Ficou incrivel... :)

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  2. Adorei a historia anjo..
    vc escreve bem ;)
    to loca pra saber o resto..
    parte do iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiin foi a melhor *--*
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

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